Está no dia em que a pessoa esquece que ele está ali e simplesmente sorri.
Ver a história completaO que ninguém vê
Quem nunca passou por isso acha que é um detalhe. Que é só estética. Que dá pra conviver.
Mas você sabe que mudou coisas que não aparecem em nenhum exame.
Nada disso é vaidade. É a naturalidade de viver sem precisar pensar nisso.
Por que eu faço o que faço
Eu poderia dizer que sou implantodontista porque gosto de cirurgia. Seria verdade, mas seria pouco.
A verdade é que eu vi, muito antes de decidir qualquer coisa, o que esse trabalho é capaz de fazer com a vida de uma pessoa.
Entrei pela primeira vez em um centro cirúrgico acompanhando meu tio, no Hospital da Unimed, em Caçapava.
Eu ainda estava descobrindo qual caminho seguir dentro da odontologia. Mas foi ali que comecei a enxergar a cirurgia de outro jeito.
Porque eu não vi um profissional realizando procedimentos. Eu vi alguém reconstruindo histórias.
Continuei acompanhando aquilo de perto. E a admiração foi virando identificação.
Percebi que era ali que eu me encontrava: nas clínicas, no ambiente cirúrgico, no que acontecia dentro daquela sala.
Aquilo que eu admirava nele ganhou outro significado.
O que antes era admiração se transformou em legado.
Eu não herdei um consultório. Herdei uma forma de enxergar o trabalho: a de que um profissional pode ser um agente de transformação na vida de alguém.
Esse legado encontrou o caminho dele na implantodontia. E é por isso que, pra mim, o verdadeiro milagre da odontologia nunca esteve no implante em si. Está no que acontece com a pessoa depois que ela volta a sorrir.
Como eu trabalho
Cada reabilitação começa antes da cirurgia. O que define o resultado não é o dia do procedimento. É tudo o que foi pensado até chegar nele.
A primeira consulta é sobre você, não sobre o procedimento. O que incomoda, o que você evita fazer, o que espera recuperar.
Condição bucal, estrutura óssea, função e oclusão. Cada caso tem limites e possibilidades próprios, e eles precisam estar claros antes de qualquer decisão.
O implante e o dente que vai sobre ele são planejados no mesmo momento. Planejar a cirurgia sem pensar na prótese é o que costuma comprometer estética e função lá na frente.
Executada dentro do que foi planejado, com o cuidado que cada estrutura exige.
A finalização protética e o acompanhamento ao longo do tempo. O tratamento não termina quando o dente fica pronto.
O que eu faço
O implante é o meio, não o fim. Ele existe para devolver função, estética e a segurança de usar a própria boca sem pensar duas vezes.
Para quem é
Dúvidas frequentes
O procedimento é feito sob anestesia local, então durante a cirurgia você não sente dor. No pós-operatório é comum haver desconforto e inchaço por alguns dias, controlados com a medicação prescrita.
A sensação varia de pessoa para pessoa, e isso é conversado com você antes.
Depende do caso. O tempo é influenciado pela quantidade de implantes, pela qualidade óssea, pela necessidade de procedimentos prévios e pelo tempo de integração do implante ao osso.
Esse prazo é estimado no planejamento, depois da avaliação, não antes.
Na maioria dos casos existe uma solução provisória durante o período de cicatrização, para que você não fique sem dente. O tipo de provisório depende do caso e é definido no planejamento.
Muitas vezes sim. Existem abordagens para lidar com pouco volume ósseo, e nem todo caso considerado inviável em uma avaliação é inviável de fato.
O que define isso é o exame de imagem e a avaliação clínica. Vale conversar antes de desistir.
Condições sistêmicas não são, por si só, um impedimento, mas precisam estar controladas e conhecidas. Por isso o histórico de saúde e as medicações em uso fazem parte da avaliação inicial.
Não há um limite de idade em si. O que se avalia é a condição óssea, a saúde geral e a capacidade de cicatrização, caso a caso.
Não existe um valor único, porque não existe um tratamento único. O investimento depende do número de implantes, do tipo de reabilitação e da necessidade de procedimentos complementares.
Esses valores são apresentados depois da avaliação, junto com o plano de tratamento, para que você saiba exatamente pelo que está pagando.
Implantes têm alta previsibilidade quando bem indicados, bem planejados e bem cuidados. Mas dependem de higiene, acompanhamento periódico e de fatores individuais como tabagismo e saúde geral.
Nenhum profissional sério promete resultado eterno. O que se faz é criar as melhores condições possíveis e acompanhar ao longo do tempo.
Na avaliação, vamos entender sua situação, explicar as opções de tratamento e definir o caminho mais adequado para o seu caso.
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