Foi esse pensamento que me levou às lentes de porcelana.
Ver a história completaAntes de falar de porcelana
Quase ninguém chega até aqui querendo porcelana. As pessoas chegam querendo outra coisa, e lente é só o nome que elas encontraram para pedir.
Por isso, antes de falar sobre lentes, eu prefiro entender o que o seu sorriso representa para você.
Onde tudo começou
Quando eu planejo um implante, nunca penso apenas no espaço vazio. Penso na cor, na forma, na proporção e em como aquele dente vai conversar com os que estão ao lado. Reabilitar é isso: devolver a peça e devolver a harmonia junto.
Foi esse hábito de olhar o conjunto que me abriu os olhos para outra coisa.
Existem casos em que resolver aquele espaço resolve tudo. E existem casos em que a pessoa olha no espelho e o que incomoda não é o dente que faltou. É o restante: o desgaste dos anos, a cor que mudou, a forma que ela nunca gostou.
Para esses casos, eu queria ter mais recursos nas mãos. Não porque a reabilitação estivesse incompleta, mas porque o desejo daquela pessoa ia além dela.
A busca por conhecimento
Foi por isso que decidi me aprofundar em lentes de porcelana e fui aprender com uma das referências que admiro na odontologia estética, o Dr. Viotto, no Instituto Viotto.
Não fui atrás de mais um certificado. Fui atrás de entender planejamento, proporção e o raciocínio que existe por trás de uma reabilitação estética completa.
Isso ampliou a pergunta que eu faço diante de cada caso. Além de resolver o que precisa ser resolvido, o que mais essa pessoa gostaria de transformar no próprio sorriso?
Meu objetivo é criar um sorriso que pareça ter pertencido a você desde sempre.
Existe uma diferença grande entre ter dentes brancos e ter um sorriso bonito, equilibrado e natural.
Uma lente não deveria simplesmente clarear. Ela precisa respeitar o rosto, a idade, a personalidade, a proporção dos dentes, a gengiva e os lábios de quem está sentada naquela cadeira.
Por isso eu não acredito em um único modelo de sorriso. Acredito em um sorriso planejado para você.
Como eu trabalho
Nenhum detalhe de um sorriso deveria ser escolhido por acaso. O que separa um resultado natural de um resultado artificial quase sempre está no que foi decidido antes de tocar no dente.
Quem é você, o que te incomoda, o que você espera e o que já foi feito no seu sorriso até aqui. Essa conversa vem antes de qualquer decisão técnica.
Forma, tamanho, proporção, cor, textura, posição dos dentes, linha do sorriso, gengiva, relação com os lábios e com o rosto, função e oclusão.
Quando o caso reúne implante, prótese e lentes, tudo é desenhado no mesmo planejamento. Cor, forma e proporção precisam nascer juntas para que o resultado seja um sorriso só.
Só com o planejamento fechado as lentes são confeccionadas, buscando reproduzir características naturais em vez de repetir um modelo pronto.
O que eu faço
Lâminas finas de porcelana que podem transformar forma, proporção, cor e harmonia dos dentes, quando bem indicadas e bem planejadas.
Mas nem sempre a resposta é lente. Dependendo do que o seu caso pede, o caminho pode ser outro, ou uma combinação de tratamentos.
Quando o caso envolve implante, as duas coisas são planejadas juntas desde o início. O dente que vai sobre o implante e as lentes que ficam ao lado dele precisam nascer do mesmo desenho, senão o sorriso nunca fica inteiro.
Meu papel não é vender um procedimento. É indicar o tratamento que faz sentido para o seu caso.
Casos
Para quem é
Dúvidas frequentes
Na maioria dos casos sim, e o quanto depende do caso. Existem situações que exigem um preparo mínimo e outras que exigem mais, especialmente quando há apinhamento, dentes girados ou restaurações antigas.
Isso é definido no planejamento e explicado a você antes de qualquer procedimento, com clareza sobre o que é reversível e o que não é.
Bem indicada, bem planejada e bem executada, não. O que costuma causar problema é a indicação equivocada, o preparo excessivo e a falta de acompanhamento depois.
Por isso eu prefiro dizer que nem todo mundo precisa de lente. Em muitos casos, existe um caminho mais conservador que resolve o que incomoda.
Depende inteiramente do planejamento. O aspecto artificial vem de dentes iguais entre si, brancos demais para o rosto da pessoa e sem textura.
Um sorriso natural tem variação de forma, translucidez nas bordas e proporções que respeitam a idade e as características de quem está usando.
A porcelana é um material bastante estável, mas a longevidade depende da higiene, do acompanhamento periódico, da oclusão e de hábitos como apertar ou ranger os dentes.
Casos de bruxismo, por exemplo, costumam exigir uma placa de proteção para preservar o trabalho.
A porcelana em si não absorve pigmento como o dente natural. O que pode escurecer com o tempo é a região de contato com a gengiva e os dentes que não receberam lente.
Varia conforme o número de dentes e a necessidade de tratamentos prévios, como limpeza, clareamento ou restaurações. O número de sessões é estimado no planejamento, depois da avaliação.
Não. Gengiva inflamada, cáries ativas, problemas de oclusão ou dentes muito comprometidos precisam ser tratados antes. Em alguns casos a indicação é outra.
É exatamente isso que a avaliação existe para descobrir.
Depende do número de dentes, do que o seu caso exige antes e do tipo de reabilitação envolvida. Não existe um valor único porque não existe um tratamento único.
O investimento é apresentado junto com o planejamento, com o que está incluído descrito item a item.
Na avaliação, vamos entender o que você quer transformar, analisar seu sorriso como um conjunto e definir o que realmente faz sentido para o seu caso.
Quero avaliar meu sorrisoConversa direta no WhatsApp.